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Correição ordinária realizada na 2ª Vara do Trabalho e no Cejusc de Paulista

O corregedor do Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região, desembargador Paulo Alcantara, acompanhado da secretária da Corregedoria Regional, Renata Maria Pessoa Maranhão de Lima, e demais integrantes da equipe, realizou, na terça-feira (10/3), correição ordinária presencial na 2ª Vara do Trabalho de Paulista e no Centro Judiciário de Métodos Consensuais de Solução de Disputas do 1º Grau de Jurisdição (Cejusc-Paulista). Além das demais servidoras e servidores lotados nas unidades, participaram da correição a juíza titular da 2ª Vara do Trabalho e coordenadora do Cejusc de Paulista, Maria Consolata Rego Batista, o juiz do trabalho substituto da 2ª VT, Rodrigo Samico Carneiro, o diretor de Secretaria da Vara, José Paulo Ferreira, e a chefe de divisão do Cejusc-Paulista, Ana Carolina Ramos de Almeida. 

Quanto à 2ª Vara do Trabalho de Paulista, destacaram-se os seguintes prazos processuais, que estão abaixo das médias nacional, da Região Metropolitana e do TRT-6:

  • 45 dias a partir do ajuizamento da ação até a realização da 1ª audiência;

  • 76 dias do início ao encerramento da etapa de liquidação e 

  • 426 dias do início ao encerramento da etapa de execução. 

Registrou-se, ademais, que a Unidade atingiu todas as metas estabelecidas pelo CNJ para o ano de 2025, bem como que a Corregedoria não identificou alvarás pendentes e/ou já expedidos com inobservância ao prazo limite de dez dias corridos.

Consignou-se, por fim, após consulta aos processos eletrônicos no sistema PJe, que não foram identificados processos paralisados em determinada tarefa e/ou sem movimentação por longo período, ou mesmo com prestação jurisdicional tardia, que justificasse registro em ata.

Em relação ao Cejusc-Paulista, consoante informações prestadas, atualmente o prazo médio, para ocorrência de audiência, é de 44 (quarenta e quatro) dias na 1ª Vara do Trabalho de Paulista; 41 (quarenta e um) dias na 2ª VT de Paulista; 46 (quarenta e seis) dias na 1º VT de Igarassu e 55 (cinquenta e cinco) dias na 2ª VT de Igarassu. 

Destaca-se que no período compreendido entre abril/2025 a fevereiro/2026, a Unidade realizou 3.883 audiências, e a média do índice de conciliação, mês a mês, no período entre abril de 2025 e fevereiro de 2026 foi de 24,05%. 

O desembargador corregedor deu início à reunião ressaltando ser juiz de carreira há mais de 37 anos e esclareceu acerca do novo formato adotado nas reuniões de correição, destacando que o modelo interativo e didático foi concebido com o propósito de gerar mais conhecimento acerca dos dados correicionados, aprimorar os trabalhos desenvolvidos e promover maior eficiência das unidades judiciárias.

Em seguida, a Secretária da Corregedoria reafirmou que o novo formato busca incentivar o trabalho cooperativo, explicando que a reunião passou a contemplar a apresentação de conceitos essenciais para a compreensão das atividades das varas e de suas equipes, inclusive com o objetivo de despertar o interesse dos servidores para indicadores e/ou ferramentas que, muitas vezes, não são de conhecimento da maioria.

No mesmo sentido, a Chefe da Divisão de Correição e Inspeção destacou o caráter didático do novo formato, ressaltando que os esclarecimentos apresentados durante a reunião têm por finalidade facilitar a leitura e a compreensão da ata de correição, permitindo que as equipes interpretem melhor os dados, bem como as informações registradas e recomendadas.

Durante a apresentação, ainda foi destacada a relevância do percentual da taxa de congestionamento, tendo em vista que esse indicador influencia diretamente o alcance das Metas 1 e 5, estabelecidas pelo Conselho Nacional de Justiça para a Justiça do Trabalho. Também foi ressaltada a importância da utilização dos painéis de acompanhamento de dados/fluxos processuais disponíveis para magistrados e servidores, que permitem o monitoramento de dados relevantes para a prestação jurisdicional mais célere e eficiente. Entre eles, mencionou-se o painel referente aos processos elegíveis para tratamento na fase de conhecimento, ferramenta que surgiu a partir de demanda apresentada por diretores de secretaria, razão pela qual a Corregedoria incentiva o bom aproveitamento e utilização desses conteúdos pelas equipes.

Na sequência, a magistrada titular da 2ª Vara do Trabalho de Paulista e juíza coordenadora do Cejusc-Paulista, Maria Consolata Rego Batista, parabenizou a iniciativa da Corregedoria pela inovação no formato da reunião, destacando que a nova abordagem torna as informações mais acessíveis e incentiva a utilização das ferramentas apresentadas para a melhoria dos indicadores da unidade. Agradeceu ao desembargador corregedor e à sua equipe pelas ideias inovadoras, que, segundo ressaltou, trazem perspectivas de evolução para os trabalhos desenvolvidos pela Corregedoria. Registrou, ainda, agradecimento à equipe da Vara, destacando o bom entrosamento e o comprometimento dos servidores, bem como a importante contribuição do juiz substituto fixo para o desempenho da unidade.

O juiz substituto da 2ª VT de Paulista, Rodrigo Samico Carneiro, também elogiou a mudança no formato de apresentação dos dados correicionados, afirmando que o novo modelo, além de proporcionar maior compreensão das informações, incentiva magistrados e servidores a aprofundarem na análise dos dados. Agradeceu à equipe da unidade e ressaltou que o ambiente de trabalho apresenta excelente clima organizacional, marcado por colaboração e leveza, o que contribui para o avanço dos fluxos processuais da Vara. Destacou, ainda, o empenho de todos e registrou agradecimento especial pelo trabalho e dedicação de sua assistente, a servidora Giovana Santos Rossa Fernandez.

O diretor de Secretaria da 2ª Vara do Trabalho de Paulista, José Paulo Ferreira, parabenizou o novo formato da reunião, destacando que a forma de apresentação dos dados permite à equipe visualizar melhor os resultados alcançados, gerando maior reconhecimento pelo trabalho realizado. Encerrou agradecendo a dedicação dos servidores e servidoras da unidade, bem como o apoio dos magistrados, ressaltando o comprometimento de toda a equipe com a boa prestação jurisdicional.

Por fim, a chefe do Cejusc-Paulista, Ana Carolina Ramos de Almeida, esclareceu que a atividade de conciliação e o incentivo à mediação são funções primordiais da Justiça do Trabalho. Ressaltou que, apesar da equipe reduzida e da extensa pauta de audiências, o setor vem alcançando resultados significativos. Agradeceu, ainda, pelos painéis disponibilizados pelo Tribunal, os quais contribuem para maior dinamismo na prestação jurisdicional, destacando que o setor permanece atento às novas funcionalidades, sempre com o objetivo de aprimorar os trabalhos. Concluiu enfatizando que o caráter humano presente nos atendimentos realizados pelo Cejusc integra o esforço coletivo para a melhoria do funcionamento do Tribunal como um todo.

Encerrados os trabalhos, o desembargador corregedor, Paulo Alcantara, agradeceu a acolhida e a colaboração prestada pelas servidoras e pelos servidores da Vara. 


Matéria de teor meramente informativo, sendo permitida sua reprodução mediante citação da fonte.
Coordenadoria de Comunicação Social (CCS)
Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT-6)
imprensa[at]trt6.jus[dot]br
Texto e foto: Corregedoria Regional (cortesia)