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TRT-PE realiza correição ordinária na 2ª VT de Olinda

No dia 1º de julho, dando continuidade ao calendário de correições ordinárias nas unidades jurisdicionais do Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT-PE), a vice-presidente do TRT-PE, no exercício da  Corregedoria, desembargadora Dione Nunes Furtado, comandou a verificação dos procedimentos na 2ª Vara do Trabalho de Olinda. Devido à pandemia do novo coronavírus, os trabalhos aconteceram por intermédio de videoconferência. Também participaram da reunião virtual a juíza titular, Martha Cristina do Nascimento Cantalice, o juiz substituto, Airam Clemente Torres de Araújo, o secretário da Corregedoria, Luciano José Falcão Lacerda, o diretor de Secretaria, Edilberto Manoel de Souza, e os demais servidores lotados na vara.

A unidade inspecionada atingiu todas as Metas do CNJ*, estabelecidas para o ano de 2019, com ênfase para a meta 7 (Identificar e reduzir em 2% o acervo dos dez maiores litigantes em relação ao ano anterior), em que se observou o resultado de 273,4%, em relação ao percentual estabelecido.

Como forma de reconhecer este desempenho, nos anos de 2018 e 2019,  a 2ª VT de Olinda foi agraciada com o  “Prêmio metas do CNJ”, na categoria diamante (entregue às unidade que atingem cinco metas). A honraria foi instituída pela Corregedoria através do Ato TRT6-CRT nº 01/2020.

Confira outros aspectos levantados pela correição:

No tocante ao lapso temporal anteriormente correicionado, foi enfatizado o aumento do quantitativo de novas ações em 98; a redução do prazo médio para julgamento em 7 dias; a redução do prazo médio (em dias corridos), no tocante ao período de junho de 2019 a maio de 2020, no rito sumaríssimo, para realização da audiência inicial, em 19 dias, para realização da audiência de instrução, em 21 dias, e para prolação da decisão, em 20 dias; também houve redução desse prazo, no rito ordinário, para realização da audiência inicial, em 7 dias, para realização da audiência de instrução, em 69 dias, e para prolação da decisão, em 65 dias; e a redução do saldo remanescente em 908 processos.

Foram constatadas, dentre outras boas práticas, o incentivo à qualificação dos servidores, seja por meio da participação em cursos oferecidos pelo Tribunal (como de despachos e de audiências), seja pelo treinamento em atividades relacionadas a carteiras diversas; a realização, por todos os funcionários, de consultas nas ferramentas eletrônicas destinadas à execução; maior aproximação às partes, advogados e público em geral, por meio de atendimento telefônico, Whatsapp e via email; a adoção do rito alternativo emergencial para prosseguimento das demandas evitando as audiências iniciais e RF, com designação de audiências para tentativa de conciliação por meio de videoconferência; a adoção do sistema SIF (alvará para CEF) e transferência bancária de crédito, em lugar de expedições de alvarás; a adoção de número de celular para atendimento ao público; o acompanhamento dos trabalhos dos servidores por relatório diário; e as citações através de OJ, por outros meios, e-mails, ligações por WhatsApp.

Em relação ao Índice Nacional de Gestão de Desempenho da Justiça do Trabalho – IGEST, instituído pela Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho, no âmbito deste Regional, no período de referência de 01/04/2019 até 31/03/2020, a unidade jurisdicional alcançou a 16ª classificação geral, sendo a 50ª em relação ao acervo; 29ª quanto à celeridade; 2ª no tocante à produtividade; 17ª no pertinente à taxa de congestionamento; e 7ª em relação à força de trabalho, conforme divulgação oficial, obtida através do e-Gestão (TST/CGJT – os dados foram atualizados até 08/05/2020)

* Metas do CNJ:

Meta 1: Julgar quantidade maior de processos de conhecimento do que os distribuídos no ano corrente, com cláusula de barreira para tribunais com taxa de congestionamento inferior a 25%.

Meta 2: Identificar e julgar até 31/12/2020, 92% dos processos distribuídos até 31/12/2018, nos 1º e 2º graus.

Meta 3: Manter o índice de conciliação na fase de conhecimento, em relação ao percentual do biênio 2017/2018.

Meta 5: Baixar quantidade maior de processos de execução do que o total de casos novos de execução no ano corrente.

Meta 6: Identificar e julgar até 31/12/2020, 95% das ações coletivas distribuídas até 31/12/2017 no 1º grau e até 31/12/2018 no 2° grau.

Meta 7: Identificar e reduzir em 2% o acervo dos dez maiores litigantes em relação ao ano anterior.

Obs.: Acima estão apenas as metas referentes à produtividade válidas para Justiça do Trabalho.

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Matéria de teor meramente informativo, sendo permitida sua reprodução mediante citação da fonte.
Divisão de Comunicação Social
Tribunal Regional do Trabalho da Sexta Região (TRT-PE)
(81) 3225-3216

imprensa[at]trt6.jus[dot]br
Texto: Gutemberg Soares / Foto: cortesia