Resta sem acordo dissídio coletivo dos profissionais e empresas de saúde diagnóstica de Pernambuco

Fotografia da sala de sessões do Pleno

Restou sem acordo a audiência de conciliação e instrução do dissídio coletivo da categoria dos profissionais de diagnóstico de imagem de Pernambuco e dos hospitais e clínicas do estado. O presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT-PE), Desembargador Valdir Carvalho, esteve à frente da sessão, que ocorreu no plenário do Tribunal, na última quarta-feira (13).

O Sindicato dos Profissionais de Tecnologia em Imagem Diagnóstica do Estado de Pernambuco (SINPROTIDE/PE) formulou pedido para instauração do dissídio coletivo contra o Sindicato dos Hospitais, Clínicas, Casas de Saúde, Laboratórios de Pesquisas e Análises Clínicas do Estado de Pernambuco (SINDHOSP/PE), por não ter conseguido negociar, apenas, a cláusula que trata de contribuição sindical.

Enquanto o sindicato patronal deseja a improcedência do dissídio, sob o argumento de o dispositivo estar em desacordo com o sistema jurídico vigente, o sindicato dos trabalhadores defende a legitimidade da cobrança com base em nota técnica do Ministério Público do Trabalho. O SINPROTIDE/PE também alegou que a demanda “guarda relevo importantíssimo para a sobrevivência do sindicato.”

A audiência teve a presença da procuradora-chefe do Ministério Público do Trabalho em Pernambuco (MPT-PE), Adriana Gondim.

O referido processo é o de número 0000095-76.2019.5.06.0000.