Publicada em 26/08/2026 às 15h00 (atualizada há 26/08/2026 - 15:00)

A violência doméstica atinge mulheres de várias esferas sociais, inclusive aquelas que integram o universo jurídico. Para combater e conscientizar sobre esse tema, o Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região anualmente participa da campanha Agosto Lilás, que visa orientar a todas e todos sobre os diferentes tipos dessa agressão, a importância de denunciar essas práticas e de oferecer suporte às vítimas.
Na manhã da quarta-feira (26/8), representantes da Seção de Serviço Social e da Polícia Judicial percorreram diversas unidades do edifício-sede, distribuindo panfletos da campanha, divulgando o Programa Estamos Todas Juntas e conversando sobre conscientização e combate à violência doméstica contra a mulher. É fundamental quebrar o tabu de falar sobre esse assunto e dar forças para que a vítima denuncie e se afaste do/a agressor/a.

Leia o folheto “Agosto Lilás: Violência de Gênero no Ambiente de Trabalho”
Também foi divulgada a realização da 1º turma da Oficina de Sensibilização Sobre o Programa Estamos Todas Juntas, que está com inscrições abertas. A formação é promovida pela Escola Judicial do TRT-6, está disponível para magistradas/os e servidoras/es e será realizada no dia 29 de setembro, das 13h às 17h, no Centro de Treinamento e Operações da Polícia Judicial do TRT-6. Inscreva-se aqui!
Veja o álbum de fotos da distribuição de panfletos

Agosto Lilás - campanha anual é voltada à conscientização e combate a violência doméstica contra a mulher. A escolha do mês foi porque a Lei Maria da Penha (Lei Federal nº 11.340/ 2006) foi assinada no dia 07 de agosto de 2006. A normativa é um importante marco para o Brasil em relação ao enfrentamento deste tipo de crime.
Programa Estamos Todas Juntas - O TRT-6 implementou a iniciativa, por meio do Ato TRT6-GP 265/2024, para enfrentar a violência doméstica praticada contra magistradas e servidoras. Atualmente também são amparadas comissionadas, terceirizadas, estagiárias e jovens aprendizes. O programa reafirma a proteção à mulher transgênero e à população LGBTQIAPN+, combatendo a violência baseada no gênero em todas as suas interseccionalidades.

Se você trabalha no TRT-6 e está em situação de violência, procure ajuda com discrição e acolhimento. O atendimento será, preferencialmente, feito por uma profissional mulher. As agentes da Polícia Judicial do TRT-6 Tatiana Correia de Araújo e Flávia Roberta de Gusmão Oliveira são treinadas para fazer o acolhimento das vítimas.
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Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT-6)
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Texto: Silvio Britto / Fotos : Maria Eduarda Vaz


