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Correições ordinárias realizadas na Secretaria Conjunta e no Cejusc de Caruaru

Na foto, o corregedor, de pé, apresenta dados para vários adultos sentados numa sala

O corregedor do Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região, desembargador Paulo Alcantara, acompanhado da secretária da Corregedoria Regional, Renata Maria Pessôa Maranhão de Lima, de sua assessora-chefe de Gabinete, Nadja Cristina Freitas de Holanda, e demais integrantes da equipe, realizou, no dia 17/9, correição ordinária presencial nas 1ª, 2ª e 3ª Varas do Trabalho de Caruaru, que compõem a Secretaria Conjunta, bem como no Centro Judiciário de Métodos Consensuais de Solução de Disputas do 1º Grau de Jurisdição de Caruaru.

Além das/os servidoras/es das unidades, participam da correição o juiz titular da 2ª Vara do Trabalho de Caruaru, Armando da Cunha Rabelo Neto (que também atua como juiz supervisor do Cejusc - Caruaru); a juíza titular da 3ª Vara do Trabalho de Caruaru, a Kátia Keitiane da Rocha Porter; as juízas substitutas Liliane Mendonça de Moraes Souza (que também exerce a coordenação do Centro), Camila Pimentel de Oliveira Ferreira e Suellen Sampaio de Andrade Coelho; os diretores Henrique Beça Gibson (Integração), José Flávio Araújo de Farias (Conhecimento) e Manuel Moesio Malaquias da Cruz (Execução); e o chefe de divisão do Cejusc, Allan Cavalcante Bezerra da Silva.

Por ocasião da correição, observou-se que as três Varas cumpriram todas as metas fixadas pelo Conselho Nacional de Justiça para o ano de 2025, bem como parabenizou-se o fato de que a Secretaria Conjunta de Caruaru, no período de referência de 1º de setembro de 2025 a 31 de agosto de 2026, alcançou o quantitativo de 1.101 sentenças líquidas, o que corresponde ao percentual de 72,2%. Destacaram-se os seguintes prazos processuais, alcançados pela Secretaria Conjunta de Caruaru, eis que estão abaixo das médias nacional, do TRT6 e da Região (Agreste):

17 dias a partir da conclusão até a prolação da sentença e 

720 dias  do ajuizamento da ação até o arquivamento definitivo. 

Em relação ao Cejusc, ressaltou-se que, no período compreendido entre outubro de 2025 a agosto de 2026, a unidade realizou 4.190 audiências, conciliando 1.214 processos no valor de R$ 26.331.043,44. A média do índice de conciliação no período, mês a mês, foi de 28,99%. 

O corregedor iniciou a reunião explicando que o novo formato de correição foca na eficiência e no uso de dados. Reforçou, ainda, o sucesso do Projeto Garimpo. 

A secretária da Corregedoria destacou que o novo formato incentiva a cooperação ao apresentar conceitos essenciais e engajar as/os servidoras/es com indicadores e ferramentas antes desconhecidos. 

A chefe da Divisão Correição e Inspeção, Ircia Santos Bezerra, ressaltou o impacto da taxa de congestionamento nas Metas 1 e 5 do CNJ e a importância do acompanhamento dos painéis processuais, incentivando o uso do novo espaço de "Boas Práticas" na intranet do TRT-6.

Passada a palavra, o juiz titular da 2ª VT elogiou o formato didático da apresentação. Depois, agradeceu à juíza substituta Suellen Coelho pelo trabalho e desejou sucesso nos novos desafios.

Na sequência, a juíza substituta da 3ª VT e coordenadora do Cejusc-Caruaru também enalteceu a nova forma de reunião e elogiou as/os servidoras/es pela dedicação. Relatou, ainda, com concordância das/os demais juízas/es e servidoras/es, problemas de acesso aos sistemas e instabilidade da internet, fatores que atrasam as audiências telepresenciais. Registrou, por fim, elogios aos números e atividades realizadas pelo Cejusc em prol das conciliações.

Por sua vez, a juíza titular da 3ª VT agradeceu à equipe e destacou a proatividade e os bons resultados da unidade e da Secretaria Conjunta, apesar do aumento de casos novos.

Dando continuidade, a juíza substituta Suellen Coelho se despediu da jurisdição com gratidão, afirmando que leva apenas elogios.

Já a juíza substituta da 1ª VT de Caruaru, Camila Ferreira, agradeceu às/aos magistradas/os  e servidoras/es, e disse estar satisfeita com os resultados alcançados.

O diretor de Integração informou que a equipe foi equalizada internamente, solicitando, contudo, a criação da 4ª VT de Caruaru, pelo crescimento de casos novos e pela alta distribuição.

O diretor de Conhecimento agradeceu à Corregedoria e parabenizou a unidade pelos números, apesar da alta demanda.

O diretor de Execução registrou a sugestão de retirada do juiz titular Armando Rabelo da substituição automática da jurisdição de Garanhuns, diante da elevada demanda existente. 

O chefe do Cejusc Caruaru, por seu turno, informou que o percentual de conciliação da unidade caiu porque o Conselho Superior da Justiça do Trabalho retirou as Homologações de Transação Extrajudicial (HTEs) do âmbito dos Cejuscs, afirmando que, apesar disso, a unidade segue com resultados expressivos. Destacou ainda a parceria com a Ordem dos Advogados do Brasil -  Subseção Caruaru, que fortalece a cultura conciliatória na jurisdição.

Ao final, a secretária da Corregedoria e a chefe da Divisão de Correição elogiaram as/os servidoras/es e o êxito da Secretaria Conjunta.

Encerrados os trabalhos, o desembargador Paulo Alcantara agradeceu a acolhida e a colaboração prestada pelas/os magistradas/os e servidoras/es das Varas e do Centro Judiciário de Métodos Consensuais de Solução de Disputas.

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Matéria de teor meramente informativo, sendo permitida sua reprodução mediante citação da fonte.
Coordenadoria de Comunicação Social (CCS)
Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT-6)
imprensa[at]trt6.jus[dot]br
Texto e foto (cortesia): Corregedoria do TRT-6