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TRT-6 reforça luta contra o trabalho infantil no carnaval

 "Queijo na brasa R$ 5 e um futuro queimado"

Atento ao aumento de casos de exploração da mão de obra de crianças e adolescentes no período do carnaval, o Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região, por meio do seu Programa de Combate ao Trabalho Infantil e Estímulo à Aprendizagem, lança uma campanha para conscientização do problema. 

A ideia da campanha é mostrar que, quando você compra de crianças ou usa serviços oferecidos por elas, o preço não é apenas aquele exposto na tabela. O trabalho infantil tem um custo muito maior, pois rouba a infância de quem deveria estar estudando ou brincando.

O material produzido pela Coordenadoria de Comunicação Social mostra situações comumente encontradas durante o período da festa de Momo, como a venda de bebidas, comidas e o auxílio no estacionamento, tudo sendo realizado por crianças. Nas peças são mostrados os verdadeiros custos do trabalho infantil: infâncias perdidas e futuros queimados, que não vão pra frente. A ideia, além da conscientização, é divulgar o Disque 100, canal de denúncias para esses tipos de situações.

Trabalho infantil

No Brasil, é proibido o trabalho para crianças menores de 14 anos. Dos 14 aos 16 anos, adolescentes podem trabalhar apenas como aprendizes, com regras específicas de jornada e atividades permitidas. Entre 16 e 18 anos, o trabalho é permitido, desde que não ocorra em atividades perigosas, insalubres, noturnas (das 22h às 5h) ou que possam prejudicar o desenvolvimento físico e psicológico do/a jovem.

Saiba mais acessando a página do Programa de Combate ao Trabalho Infantil e de Estímulo à Aprendizagem.

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Matéria de teor meramente informativo, sendo permitida sua reprodução mediante citação da fonte.
Coordenadoria de Comunicação Social (CCS)
Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT-6)
imprensa[at]trt6.jus[dot]br
Texto:  Léo machado / Imagem: Eduardo Aguiar